Associação Brasileira de Horticultura | Domingo, 21 de Janeiro de 2018  
 
 
 
 



VÍRUS DO MOSAÍCO DO TOMATEIRO
Autor: Heloísa Bernardes Bastos, Marcelo Agenor Pavan & Norberto da Silva

O presente estudo teve como objetivo o estudo de estirpes do Vírus do Mosaico do Tomateiro (tomato Mosaic Virus - ToMV) ocorrendo em campos de cultivo de tomate do Estado de São Paulo como também descobrir fontes de resistência a serem utilizadas no controle desta virose.

Treze isolados foram coletados de campos de cultivo de tomate e pimentão e caracterizados como ToMV através de hospedeiros diferenciais, sorologia e microscopia eletrônica.

Os isolados monolesionais obtidos através de inoculações em Nicotiana rustica, Nicotiana sylvestris e Nicotiana tabacum ‘Samsun’ foram caracterizados em duas estirpes diferentes, através do uso de plantas de tomateiro contendo diferentes genes de resistência. Subseqüentemente, linhas de tomateiro provenientes de um programa de melhoramento de tomate foram testadas contra estas estirpes.

Entre os isolados coletados constatou-se a presença das estirpes 0 e 1, com predominância da estirpe 1.

Uma introdução de tomateiro japonês denominado ‘DDF - 3109’, heterozigoto para os genes Tm-2 e Tm-22 mostrou-se resistente para ambas as estirpes de ocorrência no Estado de São Paulo.

No cruzamento entre a cultivar suscetível ‘Santa Clara’, os heterozigotos mostraram necrose sistêmica, como um sintoma de reação de hipersensibilidade. As  fontes testadas para resistência a ToMV : ‘DDF - 2528’, ‘DDF - 2539’, ‘DDF - 2906’, ‘DDF - 2908’ apresentaram variação para resistência.


Voltar para a página anterior
Associação Brasileira de Horticultura 1999-2012. Todos os direitos reservados.