Associação Brasileira de Horticultura | Quarta-feira, 17 de Janeiro de 2018  
 
 
 
 



AVALIAÇÃO AGRONÔMICA DE FERTILIZANTE ORGANOMINERAL PARA AS CULTURAS DE ALFACE E CENOURA
Autor: João Bosco C. da Silva; Tereza Cristina de O. Saminêz; Janaina S. Magalhães. Embrapa Hortaliças, Caixa postal 218, 70.359-970, Brasília-DF
Tipo: Trabalho
RESUMO
Três doses do fertilizante organomineral (1; 2 e 4 t/ha) e duas testemunhas: a) Adubo orgânico (10 t/ha cama de aviário) + adubo mineral (2 t/ha do fertilizante fórmula 4-14-8) e b) Adubo químico (2 t/ha de 4-14-8) foram utilizadas para as culturas de alface e cenoura. Para a cultura de cenoura, a aplicação do fertilizante organomineral em doses superiores a 2 t/ha substituiu a aplicação do fertilizante químico, inclusive quando acompanhado da adubação orgânica feita com esterco de aves, resultando numa produtividade superior a 90% da produtividade máxima obtida no ensaio. Para a cultura de alface, as doses de organomineral resultaram em produção crescente, mas a maior dose atingiu apenas 65% da produção máxima, obtida com a aplicação de esterco de aves e fertilizante químico. Portanto o fertilizante organomineral não atendeu às demandas nutricionais daquela espécie vegetal. A mesma interpretação é obtida ao se analisar os parâmetros peso médio e produção de matéria seca.

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