Associação Brasileira de Horticultura | Terça-feira, 16 de Janeiro de 2018  
 
 
 
 



CONTROLE DA MURCHA BACTERIANA EM TOMATEIRO COM INCORPORAÇÃO DE RASPA DE MANDIOCA AO SOLO.
Autor: Francisco Nóbrega dos Santos1; Alexsandra Sousa Nascimento1; José Magno Martins Bringel1; Nadson de Carvalho Pontes1; Alexandro Cardoso Costa1 1 Universidade Estadual do Maranhão - Departamento de Fitotecnia e Fitossanidade CCA//UEMA - Cidade Universitária Paulo VI - S/N- Tirirical - 65.055-098 - São Luís - MA.
Tipo: Trabalho
A murcha bacteriana tem sido de grande importância econômica para o cultivo de tomates no Maranhão, devido aos grandes prejuízos que esta tem provocado nas lavouras. Pesquisas apontam a adubação orgânica como alternativa no controle da doença. O seguinte experimento teve como objetivo avaliar os efeitos da incorporação de raspa de mandioca ao solo, nas concentrações 0, 20, 40, 60, 80 e 100 g/L, em cinco épocas diferentes de incorporação (0, 15, 30, 45 e 60 dias). Utilizou-se mudas de tomateiro (Santa Cruz), inoculadas através do método do corte e imersão do sistema radicular em suspensão bacteriana (108 ufc/mL). As avaliações foram realizadas do 5º ao 10º dia após a inoculação em função do número de plântulas sadias, murchas e mortas. Os resultados demonstraram a eficiência da incorporação do resíduo ao solo, aos 30 dias na dosagem de 20 g/kg, e aos 45 e 60 dias em todas as dosagens. As análises estatísticas demonstraram uma maior eficiência do resíduo quando submetido a uma época maior de incorporação, não havendo diferença significativa entre os tratamentos, quando consideradas as dosagens aplicadas.

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