Associação Brasileira de Horticultura | Terça-feira, 16 de Janeiro de 2018  
 
 
 
 



DESENVOLVIMENTO DE CULTIVARES DE PEPINO SOB AMBIENTE PROTEGIDO, NAS CONDIÇÕES DA AMAZÔNIA ORIENTAL
Autor: Mônica Trindade Abreu de Gusmão; Sérgio Antônio Lopes de Gusmão
Tipo: Trabalho
O Estado do Pará produz cerca de 50% do que consome em de pepino, sendo o restante importado de outras regiões. Essa percentagem de importação é aumentada no período das chuvas, quando cessam os cultivos sem a proteção das casas de vegetação. O objetivo desse trabalho foi avaliar cinco cultivares de pepino, quando cultivados em ambiente protegido, nas condições amazônicas, em Belém (PA). O delineamento experimental utilizado foi em blocos casualizados, utilizando cinco cultivares ('Tsuyataro', 'Kenchó', 'Jóia', 'Nobre' e 'Kenchó'), com quatro repetições. A parcela experimental foi composta por 10 plantas. Para a característica de peso de frutos verificou-se que não houve diferença significativa entre as cultivares: 'Guarani' (288,81 cm), 'Kenchó' (282,53 cm), 'Jóia' (273,77 cm) e 'Nobre' (264,92 cm). Quanto ao comprimento de frutos, as cultivares 'Tsuyataro' (24,65 cm) e 'Kenchó' (24,55 cm) apresentaram maiores valores, enquanto que a cultivar Nobre (14,40 cm) obteve o menor. As cultivares Guarani (5,17 cm) e Nobre (5,30 cm) apresentaram maiores diâmetros, enquanto que 'Guarani', 'Kenchó, 'Jóia' e 'Nobre' apresentaram melhores desempenhos quanto a altura de plantas, de 174,98; 140,85; 156,23 e 156,13 cm, respectivamente.

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