Associação Brasileira de Horticultura | Quarta-feira, 17 de Janeiro de 2018  
 
 
 
 



REPRODUÇÃO DE ROTYLENCHULUS RENIFORMIS EM CULTIVARES DE ALFACE
Autor: Roosevelt Urzedo M. Junior; Maria Amelia dos Santos; Adriana Figueiredo; Guilhermina M. Severino; Valdirene A. Silva; Renato G. Dias; Mariana S. S. C.Teixeira
Tipo: Trabalho
A alface (Lactuca sativa L.) é a hortaliça folhosa de maior consumo no Brasil, assegurando uma expressiva importância econômica. Essa cultura é classificada como um hospedeiro suscetível a Rotylenchulus reniformis. O presente experimento foi conduzido em casa de vegetação da Universidade Federal de Uberlândia-ICIAG, entre janeiro a abril de 2002. O trabalho constituiu de 10 tratamentos, sendo nove cultivares comerciais de alface (Elisa, Vera, Lucy Brown, Karla, Verônica, Tainá, Mimosa Salad Browl e Rubra) e a cultivar de algodoeiro ITA-90, como padrão de suscetibilidade. Utilizou-se o delineamento inteiramente casualizado com cinco repetições. Aos 20 dias após a semeadura na bandeja foi efetuado o transplantio para vasos com capacidade de 1,5 L, contendo mistura areia + argila na proporção 2:1, previamente esterilizada com brometo de metila. Dois dias após o transplantio, os vasos foram inoculados com a suspensão de ovos de Rotylenchulus reniformis na concentração de 4000 ovos por vaso. Aos 35 dias após a inoculação, os números de ovos na raiz e de juvenis no solo foram determinados. As cultivares de alface Vera, Tainá, Mimosa Salad Browl e Lucy Brown comportaram-se como boas hospedeiras, e a cultivar de algodoeiro ITA-90 apresentou-se como má hospedeira de Rotylenchulus reniformis.

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