Associação Brasileira de Horticultura | Quarta-feira, 17 de Janeiro de 2018  
 
 
 
 



USO DE ESTERCO DE SUÍNOS NA PRODUÇÃO DE TOMATE
Autor: Sanzio Mollica Vidigal; Maria Aparecida Nogueira Sediyama; Marinalva Woods Pedrosa; Marlei Rosa dos Santos; Luís Tarcísio Salgado
Tipo: Trabalho
O experimento, com tomate cv. Santa Clara Miss Brasil, foi realizado em solo Podzólico vermelho amarelo, câmbico, fase terraço. Os tratamentos consistiram de cinco doses de esterco de suínos (0, 10; 20; 40 e 80 t ha-1). As mudas foram produzidas em bandejas de isopor e transplantadas aos 36 dias após a semeadura (DAS). Foram realizadas quatro colheitas no período entre 111 a 132 DAS e a produção máxima de frutos comercializáveis foi de 9.795,08 kg ha-1, estimada com a aplicação de 15 t ha-1 de esterco de suínos. A máxima produção de frutos da classe Graúdo A foi igual a 4.428,33 kg ha-1, estimada com a aplicação de 20 t ha-1 de esterco de suínos e a máxima produção de frutos da classe Extra foi igual a 3.648,95 kg ha-1, estimada com a aplicação de 9 t ha-1 de esterco de suínos. Essas classes representaram a maior contribuição na produção de frutos comercializáveis, 41,79% e 37,57%, respectivamente.

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